A malaquita é um dos minerais de cobre mais bem distribuído na Terra e possui grande importância comercial devido a sua beleza (utilizada em ornamentações) e a sua cor (antigamente usado na fabricação de pigmento verde). Formada na alteração das jazidas de cobre, ela é frequentemente associada à azurita (que possui propriedades físicas similares).
| Classificação | Carbonato | Fórmula Química | Cu2CO3(OH)2 |
| Dureza | 3,5 – 4 | Brilho | Adamantino a vítreo, as vezes sedoso ou fosco. |
| Cor | Verde brilhante. | Composição | CuO 71,9% (Cu 57,4%), CO2 19,9%, H2O 8,2% |
| Cristalografia | Monoclínico | Classe | 2/m |
| Hábito | Fibras radiadas formando massas botrioidais ou estalactíticas. Também granular ou terrosa. | Clivagem | Perfeita em {¯201}, mas rara. |
| Fratura | Densidade relativa | 3,9 – 4,03 | |
| Propriedades Ópticas | Biaxial positivo | Propriedades Diagnósticas | Cor, hábito botrioidal, solúvel em HCl frío. |
| Associação | Associado a azurita, cuprita, cobre nativo, óxidos de ferro, e sulfetos do cobre e do ferro. | Ocorrência | Mineral supérgeno. Encontrado nas porções oxidadas dos filões de cobre. |
| Usos | Principalmente como gema e para ornamentação. | Traço |

