
A pirrotita é um exemplo de solução sólida por omissão, que é a responsável pela mudança na sua fórmula química. Os cátions presentes na substituição são íons de ferro em diferentes estados de valência. Todo isto resulta na modificação da estrutura cristalina do mineral, gerando polimorfos a diferentes temperaturas. O que faz a cristalização da pirrotita um indicador da temperatura de cristalização da rocha.
Classificação | Sulfeto | Fórmula Química | Fe1-xS |
Dureza | 4 | Brilho | Metálico |
Cor | Bronze pardacento. | Composição | Sulfeto de ferro, Fe1-xS, com x entre 0 e 0,2. |
Cristalografia | Monoclínico para baixas temperaturas de formação (<250ºC), hexagonal para altas (400ºC-1190ºC) | Classe | 2/m |
Hábito | Cristais tabulares, ocasionalmente piramidais. Usualmente maciça com hábito granuloso ou lamelar. A forma dos cristal é um indicador da temperatura de formação. | Clivagem | Não tem |
Fratura | Densidade relativa | 4,58 – 4,65 | |
Propriedades Ópticas | Isotrópico | Propriedades Diagnósticas | Magnetismo (variável em intensidade), cor e hábito. |
Associação | Associado com pentlandita, calcopirita e outros sulfetos nas rochas ígneas básicas. | Ocorrência | Constituinte comum das rochas ígneas básicas, também presente nos depósitos metamórficos de contato, nos depósitos de filões e nos pegmatitos. |
Usos | Explorada pela associação ao níquel, o cobre, e o platino. Em algumas jazidas é considerado fonte de enxofre e minério de ferro. | Traço | Preto |